Devaneios insones

Odeio colocar “final” às coisas. Por isso, às vezes gosto de deixá-las inacabadas. Claro que a gente tenta terminar, a gente cria um final pra algo, mas ao mesmo tempo aquilo não soa derradeiro. Parece que tem mais por vir, e aquele “inacabado”, ao olhar de alguns, acaba se tornando terminado.

Pronto, parta pra outra e pronto, acabou. Não restrinjo isso apenas a um assunto, mas a vários. Sei lá, acho que da mesma forma que uma canção ou algo prazeroso tenha que acabar. Além do mais, a palavra por si só já é muito deprimente. E de deprimente já basta eu.

E esse papo de “discernir o que é real ou fantasioso”? Isso simplesmente aparece (ou parece?!) como filosofia de vida. Como pode? Eu consigo encaixar isso em tudo o que eu faço: seja pra falar de cinema ou de literatura ou de QUALQUER ASSUNTO. MEU DEUS!!!!!!!!!!!

Devem achar que eu não sei falar de outra coisa, que sou meio despirocado das idéias, calma, calma, isso vai passar!, nem sei se atribuo isso como culpa pessoal ou sei lá. Definitivamente vão achar que é uma filosofia de vida. Bem, whatever.

Não, não vingaria num podcast. Esqueça isso.

keyboard

*deletar nota mental*

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Felippe Alves


Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

What we´re gonna do right here is go back

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