13 Curiosidades sobre Felippe Alves

Fui advertido por Lucas Rigaud (um amigo muito louco) de que a Emily apareceria no meu quarto às 06:06:06 da manhã para levar minha alma (alma? que alma? -not) e jogar minha carcaça aos urubus caso eu não desse 13 (treze!!!) curiosidades sobre mim. E como eu não ando amarelando com listas (sejam frutos de correntes malignas ou não), eis aqui minhas treze curiosidades. Duvido que vão ler até o final.

auto-retrato (edit)

1 – Sou rancoroso. Não esqueço fácil das coisas. Inclusive de (maus) momentos bem antigos na escola (fundamental, médio). Me fizeram quem eu sou hoje. Dizem que remoo demais as coisas, mas não posso evitar. Eu lembro. O que nos leva ao item 2.

2 – Sou uma esponja: absorvo bons momentos na mesma intensidade que os maus.

3 – Minha memória é elefântica. Lembro de coisas que jamais imaginaria lembrar. Desde a infância mesmo. Algumas vergonhosas demais para serem descritas.

4 – Tenho células suicidas. Claro, elas se renovam (são substituídas, aham, que desculpa) a cada dia. Mas a verdade é que nem elas me suportam. Por isso são assim nomeadas

5 – Levo muito a sério meu gosto musical. Parte do meu metabolismo. Sem música, acho que não seria o mesmo. Tanto que tento desenvolver um bom ouvido musical e algum talento musical. No momento, frustração define. Mas acredito que, algum dia da minha vida, serei agraciado com algum talento que hei de desenvolver.

6 – Não sei lidar com muitas coisas. Aliás, uma das características que pouca gente suporta e muitos não aguentam.

7 – Não consigo mais discernir o real do fantasioso. Essa característica minha me persegue em qualquer assunto que eu tente desenvolver. Inevitável.

8 – Sonho com coisas que já aconteceram e que não me dei conta quando acordado. Logo, dá pra perceber que meu sono é mais proveitoso que meu estado “desperto”.

9 – Compro muitos livros. Posso demorar décadas pra ler, mas sempre tenho o que ler. Livros que comprei há 5 meses, só fui tirar do plástico semana passada. Eu sei que ainda vou ler. O importante é ter livros. Não tenho dó de gastar. A celulose, o cheiro do papel me excita.

10 – Antigamente tinha mais força de vontade com videogames. Hoje, se perco uma fase 5 vezes seguidas, desligo o jogo e vou fazer outra coisa: adiantar minha leitura, ver um filme e etc. Paciência mínima. Mas apesar disso, continuo jogando vez ou outra. É uma boa distração.

11 – Já cheguei a brigar e dizer palavras más e desnecessárias a amigos por defender veementemente um personagem literário, cinematográfico ou televisivo. Me irrita o fato de não compreenderem o que se passa na mente da personagem em questão. Mas nada que atrapalhasse a amizade, jamais. Questões em que diverjamos não é o suficiente pra acabar uma amizade.

12 – Tenho vergonha e uma antipatia com minha imaturidade passada. Ok que ela me fez refletir e agradecer (oi) em termos em como sou hoje. Me achava uma ameba. Em muitos sentidos. Não sou uma pessoa completa, mas garanto que sou uma pessoa menos pior hoje. O fato é que eu era vergonhoso demais e muito enfático no que eu julgava ser bom ou ruim. Algo como “evangelizar” certas pessoas sobre coisas que eu amava (música, cinema) e não sabia lidar quando não gostavam da mesma coisa que eu. Hoje eu não tento convencer ninguém a concordar comigo. Era nisso que me achava uma ameba antigamente.

13 – Pra finalizar, sou uma pessoa prolixa. Não consigo usar poucas palavras pra expressar uma opinião. São raras as vezes em que consigo ser sucinto. Mas sabe que nem considero isso exatamente um defeito. Gosto de enfatizar meu pensamento. Não como na infância ou na adolescência, claro.

Bonus Track

14 – Nunca namorei. Nunca tive vontade. Há quem fique confabulando (essa palavra existe?) sobre minha opção sexual. Opção sexual é algo muito “inútil” de se responder. Parece autoafirmação. E eu odeio gente que se autoafirma demais. Há quem me chame de assexuado. Bem, não me importo com isso. Todavia, sempre tem aqueles que se incomodam com esse fato muito particular e pessoal sobre mim. Paciência.

Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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