Lady GaGa | ARTPOP | Confira crítica do mais novo álbum de Stefani Joanne Germanotta + Breve Retrospectiva sobre Born This Way

Por que o nome verdadeiro dela no título? Simples. Porque em ARTPOP, ela está mais “despida”. “Postei-me em frente ao espelho, tirei a peruca e a maquiagem e o look (…) e disse: ‘Ok, agora você precisa mostrar a eles que você pode ser brilhante sem tudo isso”. É o que notamos nessa fase ARTPOP: ela parece mais Stefani do que Lady Gaga.

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Depois da obsessão pela fama e a teatralidade de THE FAME, do tributo exagero (mas único) aos anos 80 e a sonoridade rock n’ roll apoteótica de Born This Way, Lady Gaga chega conceitual e ainda mais teatral com seu quarto disco de estúdio, ARTPOP, onde ela celebra sua fama variando de um estilo a outro, mostrando seu amadurecimento musical e vocais ainda mais imponentes.

Gaga sugeriu aos fãs que ouvissem ARTPOP pela primeira vez com fones de ouvido. Suponho que pra ouvir cada nuance, a força individual de cada canção. A própria sugeriu que o disco teria uma certa falta de responsabilidade e soaria mais The Fame do que Born This Way. Lembrando que em Born This Way, Gaga ousou muito na sonoridade. Ele foi projetado pra soar como o ARTPOP, mas de última hora ela e Fernando Garibay decidiram dar ao álbum um ar rock n’ roll oitentista. DJ White Shadow (Paul Blair), outro produtor de Gaga, disse que ela começou a planejar ARTPOP uma semana após o lançamento do Born This Way (LADY WORKAHOLIC). Ela mandou um SMS pra ele dizendo: “Próximo álbum se chamará ARTPOP, bjs – PS.: Pega minha roupa na lavanderia, migs”.

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Essa mistura de estilos, vulgo samba do crioulo Gaga, assustou os fãs e boa parte da fanbase de Gaga foi perdida pra outras cantoras mais “comerciais”. Eis que Gaga resolveu voltar a ser comercial (pff, como se ela tivesse deixado de ser algum dia) com ARTPOP. O frisson sobre ARTPOP não é exagerado. Ela nos deu um álbum liricamente rico e com uma sonoridade variada, até. Apesar de algumas faixas soarem como uma extensão das outras. Assim como em Born This Way, a estrutura das músicas são bem similares, ela só “acessoriza” cada canção, dando um ar diferente a cada uma delas. Inclusive, as letras do álbum se completam: elementos e trechos se repetem umas nas outras (glory that I bear – hair – em edge of glory, think it’s right when it’s so wrong – yoü and i – em edge of glory).

Pra exemplificar um pouco, só um exemplo, Marry The Night soa como Bruce Springsteen + Whitney Houston, com aqueles sinos de igreja, como um culto, um prelúdio perfeito para um grande álbum. Uma faixa épica. No caso de Hair e Edge of Glory: não basta soar como Springsteen: tem que chamar Clarence Clemons pra tocar sax. Yoü And I tem sample de We Will Rock You e quem toca guitarra nele é ninguém menos que Brian May. E vocês estão fartos de me ouvir citar este fato.

Bem, voltemos a falar do novo. A espera pelo ARTPOP foi um tanto doentia. Eu lia críticas de diversos sites e tentava imaginar como o álbum seria, inclusive se ele seria uma mistura de The Fame com Born This Way, se realmente devíamos confiar nisso. E ainda bem que esse pressentimento se concretizou. Nada como trazer algo novo, imaginativo, com resquícios do passado. Alfred Hitchcock já dizia: “estilo é auto-plágio”. Ele não enxergava isso exatamente de uma maneira positiva, mas… não há mal algum nisso. Nada como martelar suas características mais marcantes no inconsciente humano e ser lembrado por elas. Andy Warhol aprova isso.

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Comentários borbulhavam e eu tinha de compartilhar com todo mundo. Daí nascem minhas críticas, acho. Nascem dos comentários, das minhas conversas com amigos e amantes de música. Pois com eles eu posso ser enfático chato e acabo falando com a veemência desejada. Fato importante sobre ARTPOP: antes do lançamento do álbum, Gaga usava MUITO roupas brancas. Como se ela fosse a tela esperando pela tinta. Depois do lançamento do álbum, ela só vem usando roupa colorida. Depois da escuridão da era Born This Way, ela voltou à luz. Os pássaros cantam, as nuvens se dissiparam. É oficial: a era ARTPOP está apenas começando.

Gaga apresentou 8 faixas de ARTPOP no iTunes Festival em 1º de setembro. Aura, MANiCURE, ARTPOP, Jewels n’ Drugs, Sex Dreams, Swine, I Wanna Be With You (hoje, DOPE) e Applause. De acordo com ela, com arranjos diferentes das versões finais do álbum. Acontece que não são tão diferentes assim. O que mais mudou foram alguns versos inseridos em algumas estrofes, mas nada gritante no quesito instrumental.

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Realmente, ARTPOP uma hora soa The Fame, outra soa Born This Way. Apesar de preferir o Born This Way pela sonoridade rock oitentista, o ARTPOP cumpre bem sua proposta e não deixa nem um pouco a desejar. Pra falar a verdade, a primeira parte do disco é bem sexual. As quatro primeiras músicas. Aura, cuja demo intitulada Burqa (vazada em agosto, alguns dias antes do lançamento de Applause), é realmente teatral e tem um ritmo viciante. Tão viciante que seus passos se tornam freneticamente sincronizados com o ritmo. Boa introdução, convidando você a olhar Gaga através da burca, através de suas camadas. A olhá-la mais profundamente. Não mudou muita coisa da versão demo. Amém.

Venus, a primeira faixa produzida inteiramente por Gaga, é grandiosa e espacial (não especial: espAcial mesmo). Com sample de “Rocket Number Nine Take Off for the Planet Venus” de Sun Ra, parece ter vários refrões misturados. É como várias músicas em uma. E os vocais da Gaga, claro, fortíssimos e, por vezes, rasgados. Tem o mesmo poder e potência de Bad Romance.

Com uma introdução extremamente teatral, G.U.Y (Girl Under You) se trata do poder feminino. Aquela mulher que sabe ficar “por baixo” e fica sim, porque sabe que o poder dela é o mesmo. Ela ficar por baixo não vai mudar o fato de ela ser uma mulher independente e dona dos próprios desejos. Uma faixa forte que te joga na parede, sem sombra de dúvida. Logo em seguida, temos uma Gaga confessional. Sexxx Dreams soa como uma continuação de G.U.Y. Trata-se de Gaga sozinha num dueto. Uma voz aguda e depois uma voz grave, confessando seus “pecados” e descrevendo seus sonhos pecaminosos e abrindo o jogo. É como se ela realmente estivesse sussurando em nossos ouvidos. Fenomenal.

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Jewels n’ Drugs, ao meu ver, só entrou na tracklist final de ARTPOP pra provar a competência da Gaga pra cantar em diferentes estilos e deixar, pelo menos um pouco, sua marca em cada um deles. Fato que ela já comprovou em Yoü And I e com Lady is A Tramp, dueto com Tony Bennett. A introdução é bem orquestral, músicos tossindo, violino singelo e logo depois vem o instrumental insano. A idéia de feats não me agrada tanto (Twista, Too Short e TI), mas a proposta da música é boa. E os vocais da Gaga estão legais. Julguei (MUITO) mal a faixa pelo iTunes Festival, mas passei a gostar com o tempo. Aliás, é uma das que mais escuto. Se fosse de outra cantora, duvido que ouviria. Gaga macumbeira.

Aliás, um dos maiores frissons do ARTPOP é justamente esse: a variedade de estilos. Há quem diga “álbum de hits”, a começar pela demora da escolha definitiva da tracklist. Álbum de hits… Desespero? Não mesmo. Afinal, a função do artista é entreter com qualidade. Pena que nem todos seguem isso a risca. A própria disse que compõe para a música, não para os charts. Pena que essa declaração foi feita pouco antes de Do What U Want, dueto com R Kelly, até então single promocional, ficar em primeiro lugar em mais de 70 países no iTunes e virar single oficial do ARTPOP.

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A viciante faixa glam-rock oitentista MANiCURE, cujo defeito é: ser curta demais. A introdução do iTunes é maior, sabemos, mas não dá pra reclamar com a produção de estúdio. Guitarras densas mescladas aos sintetizadores, o baixo é profundo. A nitidez do instrumental é de ficar boquiaberto. Com fone de ouvido é muito melhor. Definitivamente. Gaga sai da era Born This Way mas a era Born This Way não sai da Gaga. Pra glorificar de pé, igreja! A sequência é ainda melhor: Do What U Want é um recado para aqueles que odeiam Gaga: “ah, ela está acabada” ou “é uma drogada” ou “é uma flopada”. A psicologia reversa usada por ela nos vídeos promocionais de ARTPOP meses antes do lançamento do álbum realmente se encaixou como uma luva e tem um elo forte com a proposta da canção. R Kelly, por sua vez, também foi acusado de pedofilia uma época em sua carreira e sua participação na música não foi nada menos que oportuna. Os vocais rasgados da Gaga lembram muito os vocais da Christina Aguilera ou da Tina Turner. É de um poder vocal que olha… Não dá pra não se arrepiar. Incrível o fato de que a cada disco, Gaga tem uma melhora vocal absurda. Não é papo de fã. Até quem não é fã nota o vozeirão de diva. É uma das coisas que a difere das demais “cantoras” (bota aspas nisso) pop.

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ARTPOP. Vejamos… O que falar da faixa título? Não dá pra isolar a faixa título do álbum. Vou tentar explicar o conceito do álbum, o que é algo impossível. É subjetivo. Há quem enxergue arte nisso tudo. Há quem não. Gaga realmente teve por intuito mesclar a arte e o pop, mostrar o poder que a performance tem, além de conectar a música com a arte, moda e tecnologia. Ela não quer simplesmente jogar a música e pronto. Ela quer fazer os fãs refletirem sobre aquilo que os alegra, que os fazem felizes. Ao contrário do Born This Way, que tem um ar oitentista, o ARTPOP é bem tecnológico. Como foi dito lá pra meados de agosto, ARTPOP seria uma expedição Warholiana ao reverso. Algo como: “não quero só 15 minutos de fama, quero martelar minha ideologia na cabeça de todos até o fim”.

Swine é a faixa mais eletrônica (com uma agressividade Metal) do disco e também a mais raivosa. É uma versão mais hardcore de Do What U Want, onde ela grita a todos pulmões o quão nojentas são as pessoas que a difamaram no decorrer da carreira. Há quem diga que ela dedicou a música ao blogueiro Perez Hilton, que era amigo dela no começo da carreira, mas que passou a persegui-la e agir com falsidade. Mesmo ela negando que tenha dedicado a ele, certeza que ele foi UMA das inspirações pra essa música. Donatella é o momento divertido do álbum! A faixa abre com o som realista de um champagne sendo estourado e enchendo uma taça. “Sou fabulosa, loira, magra e um pouco vadia”, versos que falam sobre uma vida cheia de glamour. Uma homenagem a estilista Donatella Versace, que já desenhou looks para Gaga na Born This Way Ball, aliás. Um hino verdadeiramente pop. Vocais impecáveis e uma puta produção do Zedd, produtor já da “casa”.

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Fashion! é uma faixa disco MARAVILHOSA. Parece produzida por Nile Rodgers da banda CHIC (ohhhhhh freak out!), mas não: é produzida, pasme, pelo Will.i.Am e pelo David Guetta. Bem, não só por eles e também pelo DJ White Shadow (produtor já da “casa”). Mas o medo deste que vos fala ao saber que Will.Eu.Sou e o David do Guetto estariam envolvidos foi certeiro. Ainda bem que o resultado foi satisfatório. Não soa como as farofas que eles costumam produzir: soa como Holiday da Madonna, a linha de baixo é fantástica e o riff de guitarra é bem Chic. Gaga, não só nessa faixa como em várias, apresenta um vocal grave espetacular, imponente, forte. “Step into the room like it’s a catwalk”. Sério, desses versos emanam uma segurança fora de sério. Lindo. Espetáculo de faixa.

“When I ignite the flames and put you in my mouth, the grass heats up my insides and my brunette starts to sprout”. Sim, tem uma música no ARTPOP dedicada a maconha. Esses versos lá pro final da música são bem teatrais e tem a força vocal de uma jovem Liza Minnelli. Produzida pelo jovem francês Madeon, Mary Jane Holland é o pseudônimo dela encarnando a marijuana. A faixa abre e fecha com o som de um fósforo sendo acendido e da erva sendo queimada. Só com esse barulho já é possível se perder nas órbitas. Gaga canta essa música realmente como se estivesse dopada, mas ao mesmo tempo, os vocais estão bem trabalhados e os backings são charmosos. Bloody Mary meets Heavy Metal Lover. É a faixa mais Born-This-Wayzada do disco. Junto com Gypsy, claro. Gypsy é a irmã distante de The Edge of Glory. A letra fala do amor pela vida cigana, sobre se jogar na estrada. Lembra muito a vibe da música Cruz da Christina Aguilera, do disco Stripped. Já imagino os “lerous” gritando TONIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIGHT nos shows! É uma faixa extremamente emocional, prevejo gritos e choros. Tem que ser single.

Dope é, de longe, a faixa mais crua do disco. A mais crua, a mais poética. Os versos “I feel so low for living high” e “I need you more than dope” exemplificam bem isso. Depois de perder seu único amigo, ela canta melancolicamente (e com seu vocal bem mais grave que de costume) a falta que seu amigo faz. É a Yoü And I do ARTPOP. Aplausos!

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Se pararmos pra pensar, Applause meio que explica o conceito do disco todo. Mas vamos falar do primeiro single do disco em si. Como a própria Gaga explicou no twitter, Applause aborda o que muitos pensam de celebridades e o que elas fazem pra chamar a atenção. Ela afirma que suas criações parecem inanimadas e sem sentido algum se não tem um público para se lembrar delas. Entretenimento torna as pessoas felizes e ela vive, sim, para o aplauso. Não, não é “querer se aparecer a preço de nada”, como as subcelebridades que se envolvem em confusões só pra garantir seu espaço num tablóide sensacionalista. O aplauso é o resultado de um trabalho  bem feito, consistente. Se aplaudiram é porque ficaram felizes e que aquilo tocou os fãs (ou não fãs) de alguma forma. “Sei que foi bom”, finaliza ela. Por isso que, atualmente, Gaga é a mais comprometida com sua arte, com o que prega.

Gaga se superou na forma de promover ARTPOP. Ela teve uma idéia muito boa pra promover o álbum. O artista contemporâneo Robert Wilson a convidou para fazer releituras de quadros famosos no Museu do Louvre em Paris, onde estão expostas obras como “Monalisa” de Da Vinci e “O Grito” de Edvard  Munch. Andando pelo museu, você vê obras como “Mademoiselle Rivière” de Jean Auguste Dominique Ingres (1805) e “Cabeça de São João Batista” de Andrea Solario (1507) e logo em seguida, numa sala ao lado, Gaga incorporando essas obras e muitas outras no museu. Um dos conceitos de ARTPOP que, de acordo com ela, “pode significar qualquer coisa”.

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Lady Gaga conseguiu sim mesclar a arte com o pop. Não no disco inteiro, mas conseguiu. Subjetividade: soube fazer refletir e, ao mesmo tempo, divertir. Diferente do álbum anterior, ela aplicou um conceito, só que de uma maneira mais divertida. A arte se representa na performance e não há razão para performar se não for para ser aplaudida e reverenciada de pé. É como o pierrot que ela encarna na capa do single de Applause: a tristeza dele se reflete na falta do aplauso. É o motivo de sua existência. Olha, explicar o conceito de ARTPOP não é tarefa fácil. Mas eu tentei. Agora cabe a você, fã ou não, tentar explicar o próprio conceito que tem do disco. Isso é tudo.

Resumindo: ARTPOP é a celebração da fama de Gaga. O orgulho de ela de ter arriscado (Born This Way se encaixa aqui de novo, desculpa, que posso fazer) e nunca ter deixado a qualidade de suas obras de lado. Por não ter se deixado mudar por imposições de gravadora. É uma mescla de estilos: synthpop, trap music, rock, techno, disco e R&B. É um trabalho coeso e conceitual (em partes).

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Sgt Pepper da Lady Gaga, por que não? Refrões fortes, cativantes. Uma música tem tantas texturas, tantas nuances, que parecem ter várias músicas em uma só (isso não só acontece em Venus e G.U.Y, como também em diversos outros momentos do álbum). Uma verdadeira peça do pop contemporâneo. Pode fechar o ano A-G-O-R-A. Pode trazer a conta, garçom.

Nem vai dar tempo pro ARTPOP esfriar, porque dia primeiro de janeiro de 2014, Gaga e Tony Bennett vão lançar um disco de jazz em parceria, intitulado Cheek to Cheek. Ô mulher que não pára. Lady Indormível.

Free my mind, ARTPOP: you make my heart stop.

Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

2 Respostas para “Lady GaGa | ARTPOP | Confira crítica do mais novo álbum de Stefani Joanne Germanotta + Breve Retrospectiva sobre Born This Way

  1. Seu amor pelo trabalho da Gaga está mais evidente do que nunca neste texto. O que não invalida o que foi mencionado. Ao contrário, fica muito evidente o seu conhecimento profundo em relação ao trabalho da Mother Monster. Ótimo texto.

    Achei o ARTPOP sensacional! Ouço agora enquanto leio e comento sua crítica prestando uma atenção maior em todas as faixas depois de todas essas informações que você pontuou. Como você disse, a evolução vocal é perceptiva até para os que não são tão fãs. Para mim, ARTPOP é o álbum mais maduro da Gaga, afinal, apresenta um mescla do melhor dos antecessores e com vocais ainda melhores, além de todo esse conceito riquíssimo. Well done!

    Abraços!

    p.s.Por favor providenciar o link da música “Do What U Want” só com os vocais da Gaga. *__*

    • Obrigado! Acho que eu ainda prefiro o Born This Way, mas o ARTPOP não deixa nada a desejar. A demora pro texto valeu a pena. Porque eu realmente quis pontuar tudo isso. E ó, não é o único que tá louco pra ouvir Do What U Want oficial só com os vocais dela. Ela precisa lançar isso no CD single! PRECISO! Perfeição. E ela ainda tem haters. Mas é porque talento e relevância num cenário fonográfico atual incomoda e muito.

      Vamos aguardar ^^

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