Fatos artísticos fictícios baseados na realidade

A seguir, vocês lerão fatos fictícios baseados na realidade. A realidade de uma cantora que no começo era regrada, porque vivia sob o comando do empresário da gravadora. Claro que não foi exatamente isso que aconteceu, mas tendo em vista a atitude tirana do empresário para a talentosa contratada/esposa, parece realmente real, concordam? Enfim, a seção será aberta com o caso de Mariah Carey ainda na década de 90. Auge vocal e corporal durante a fase “Daydream”. Acompanhe aqui a metamorfose começando até chegar na fase “piriguetchy” da era Rainbow.

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1995. Mariah, alguns minutos antes de entrar no Madison Square Garden, diz ao então marido Tommy Motolla:

– Eu quero apresentar Vision of Love com meu biquini cor de pele.

– Você perdeu a cabeça? Quer parecer uma guria ali da esquina que eu me apresent… digo, digo, que eu vi agora pouco? Você vai apresentar com essa camisa preta aqui.

– Mas a calça preta que eu vou usar será um pouco mais colada.

– Tá bom, vai. Pra não dizer que eu prendo você numa redoma.

– Só mais uma coisa: Eu vou deixar o último botão da minha camisa aberto, você querendo ou não.

* Mariah bate a porta do camarim com força, aquecendo a voz com o agudo inicial de Fantasy *

Uhhhhhhhhhhhhhh ohhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhh

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*roupa semelhante a que ela usou no show do Madison Square Garden em 1995*

Outro caso: Mariah queria flertar com o hip-hop, mas o empresário e até então marido Tommy Motolla jogou água no suco de maracujá dela:

– Não quero rappers latindo nas suas músicas. Não quero e ponto final. Sua voz é magnífica. Não precisa de nada. Nem de instrumentos. Desista desse O.D.B (Old Dirty Bastard), ele não está com nada.

– Você que pensa. Quero alçar novos vôos, me arriscar mais e sair dessas roupas cafonas que você insiste que eu use.

– Esqueça isso.

– Não quero saber. Eu vou convidar quem eu quiser, você querendo ou não.

– Faça o que quiser. Não venha chorar no meu colo se você flopar.

O resto vocês já sabem, né? Não. Ok, eu conto o desfecho. Sucesso de crítica, debutou em #1 no Hot 100 da Billboard, sem contar no pioneirismo de Carey de mesclar esses dois estilos, apesar da versão com O.D.B não ter entrado no disco de estúdio e sim no single. Ela mesma dirigiu o clipe e o single foi um dos mais notáveis de sua carreira, abrindo portas para o estilo ainda mais em músicas futuras.

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Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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