Harry Potter e as Relíquias da Morte

Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1

Depois de um ano de espera – como sempre – Harry Potter e as Relíquias da Morte finalmente chega aos cinemas. Porém, de uma maneira diferente. O último livro da série foi dividido em dois filmes. A primeira parte, em 19 de novembro deste ano e a segunda, que será lançada em julho de 2011. E, como fã assumido da série, não podia perder a chance de ter outra estréia de Harry Potter no currículo, néam minha gente?

Por que lançar um filme em duas partes?, perguntam vocês fãs. Simples: pessoas saem do cinema reclamando: “ai, mas faltou aquela parte” ou “eles não ressaltaram isso e nem aquilo”, etc e tal. Agora com duas partes, veremos se terão reclamações ou não. A Warner fica mais rica, assim como os atores, mas e daí? Grande estratégia de manter o suspense. O fim logo de cara nem sempre é tão excitante. O início do fim, sim. Isso é inédito tanto em uma adaptação de Harry Potter para cinema, assim como para outros filmes. Por mais que muitos filmes tenham sequências (Pânico 1,2,3,4, 15) – neste caso, falamos do mesmo livro – dividido em dois filmes. Não é uma sequência convencional a que estamos acostumados. A cena final da primeira parte te deixa com vontade de invadir a sala secreta da Warner e roubar a fita da segunda parte com retroprojetor e tudo.

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Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1

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Falemos um pouco da primeira parte. Temos brigas, mal entendidos, reconciliação, muita ação e momentos WHAT THE HELL – obviamente, quando todas essas partes se interligam, não é de se espantar que o resultado seja genial. E pr’aqueles que reclamam que não é o mesmo que o livro e bla bla bla: GET A LIFE! Todos sabem que não é a mesma coisa, é uma adaptação. E muito bem feita por sinal. Não digo que é o melhor de todos os filmes – porque não é – mas entra no top 5 fácil (e os outros 3 filmes entram em qual top? BRIMKS)

Já adianto que tenham paciência na sessão. Estréia é sempre o caos quanto ao povo que só vai pra ficar gritando quando um ator tira a camisa ou quando tem um beijo aqui ou outro ali. Gente bronca não merece entrar em estréia. O jeito é ligar o botão de “ignorar” e é isso aí. Só tinha dublado, mas eu não poderia perder a estréia de jeito nenhum. Se fosse legendado, não teríamos esse problema.

Eu li o Relíquias faz muito tempo mas, ao ver o filme, tudo parecia tão fresco e nítido na memória. Essa sensação de novo não tem preço. Gostaria de ter essa sensação de novidade com outras coisas da mesma maneira que eu tenho com Harry Potter. Isso me dá vontade de falar como foi que eu conheci a série e como virei fã.

Tinha 11 anos de idade incompletos, mais ou menos em abril de 2001. Fui com a minha vó no médico. Acho que era o oftamologista dela. O médico dela me sugeriu Harry Potter e a Pedra Filosofal. Eu li, e no mesmo ano em novembro, saiu o primeiro filme da série. Lá fui eu pro cinema. E plu. Foi assim.

Mal posso esperar para a segunda e última parte das Relíquias da Morte. Alguns meses de espera só. Sejamos fortes.

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Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

4 Respostas para “Harry Potter e as Relíquias da Morte

  1. m@r1

    Adorei q vc falo para todo mundo parar de reclamar, porque o filme é ótimo. É isso aí, já li o livro três vezes e adorei o filme.

  2. Isso aí, Mari. O povo precisa parar de reclamar das coisas que assistem. A JK Rowling continua linda e rica, vendendo oceanos de livros. E o David Yates fez uma excelente direção.

  3. Preciso veeer.
    Mas o último livro foi o único que não li.
    Preciso ler 1.

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Felippe Alves


Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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