Situações nem um pouco inusitadas

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… pelo menos pra mim. Curto e direto. Vejam se concordam comigo. Leiam o seguinte caso que aconteceu hoje. Odeio ser mal interpretado e ainda levar patada. Sério. O que vocês vão ler aqui é o que realmente aconteceu. Sem adaptações ou lapidação de palavras. Aqui está a verdade nua e crua.

Hoje, sábado, vi uma amiga de colegial que há tempos não via. Papo vai, papo vem. Piadas, típicas brincadeiras sem graça de amigos que há muito não se vêem. Na hora em que ela estava indo embora, ela abriu a bolsa e, de relance, eu vi o estojo dela: um estojo com a cara de um leão de pelúcia. O mesmo estojo da época que a gente estudava junto. E, sem nenhuma maldade (garanto isso pra vocês, nunca falei tão sério na vida), eu disse pra ela:

– Nossa, o mesmo estojo daquela época.

E ela respondeu:

– É, por quê? Quer me dar outro? Quer? (Fuzilado, Felippe cai ao chão, sangrando litros feito cano d’água furado)

Eu respondi, me explicando, não deveria, mas respondi:

– Gente, foi só um comentário. Sem maldade. É brincadeira.

Ela meio que entendeu e riu (mesmo um pouco irritada com a brincadeira).

Na hora em que ela saiu da casa das minhas primas, que por sinal ouviram e presenciaram tudo, me criticaram (?) Isso mesmo, me criticaram falando que eu fui sem graça ao fazer um comentário desses e que minha amiga levou isso como uma piada idiota ou uma frase não pensada. Sem enrolação: fui mal interpretado (oi?) Agora eu me pergunto: que mal tem em comentar sobre um objeto que a pessoa tem até hoje? É algum defeito isso? É alguma crítica falando (subliminarmente) que ela não tem dinheiro pra comprar outro? Não, não foi. Não entendo porque as pessoas têm pensamentos neuróticos a esse nível. E o pior: INSISTEM QUE EU TÔ ERRADO e que eu fiz algo feio, de baixo nível. É a mesma coisa que falar: – “Ah, aquele porta retrato daquele dia”. Um comentário se torna uma tempestade num copo d’água.

Aulas de Interpretação de Texto com Felippe Alves. Tratar aqui.

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Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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Felippe Alves


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