Festa do Teatro: o veredicto do evento

 

Aquele da história do evento de entrega gratuita de ingressos e bla bla bla. Fui SECO pra conseguir o ingresso pra peça Beatles num céu de diamantes. Sério, eu pensei: – Ah, o povo só vai querer ver A Bela e A Fera (primeira a esgotar) e A Noviça Rebelde (segunda). Isso porque tinha 90 ingressos disponíveis pra BNCD. Mas como são 2 ingressos por pessoa, diminua pra 45 pessoas, que tal? Enfim, foi a terceira peça a acabar. A segunda opção foi Trair e Coçar É Só Começar, foi a 4ª peça a esgotar. Poushaaan… o que escolher agora? Antes de falar a peça que escolhi, ressalto que não escolhi uma peça pela distância da minha casa e sim pela qualidade, fato. Depois de cinco horas em pé na fila e altos papos divertidos com umas pessoas da fila, acabei escolhendo O Analista de Bagé e o Filho Gay, baseado no livro do Luis Fernando MITO Veríssimo no Teatro Corinthians (ew!) no Pq. São Jorge. Se eu pudesse escolher o local de exibição, enfim…

Veredicto do evento: Festa do Teatro foi um evento interessante, espalhando cultura pela cidade de São Paulo para aqueles que não tem dinheiro pra ir ao teatro, tanto que tinha gente que chegou às 21 horas da noite anterior. As peças acabaram rápido e as pessoas do meio e do fundo da fila tiveram que escolher algo rápido. Mas o evento teve seus contras: as peças que tinham mais popularidade teriam que ter um número de ingressos maior e não tão baixo. 45 pessoas de uma fila de centenas conseguiram BNCD, revoltante. Outro problema: ficar esperando na chuva. Nem pra colocarem a fila num lugar fechado. Parecem que querem medir a paciência da pessoa chegando a conclusão de que a mesma faz de um tudo pra conseguir um ingresso pro teatro.

Por ironia do destino (laralauêlerelelerelerelere #novela) não consegui ir à peça por ser muito longe (e muito tarde, às 20h) e não ter tido companhia, afinal ia chegar que horas em casa? Sim, isso daria problemas com os meus queridos pais: dois ingressos pro ‘Analista’ perdidos. Fazer o que, não se pode ganhar todas. Eu sempre tento ver o lado bom das coisas:

– Pensa bem, Felippe… tudo tem o seu lado positivo. Você não vai chegar tarde em casa, não vai se cansar e vai comprar os Remasters em setembro. Talvez arranjar um bom emprego na sua área, começar suas aulas de música e, quem sabe, conquistar o mundo. Perdemos? Sim. Mas também ganhamos.

Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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Felippe Alves


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