E eu que pensava que tinha visto de tudo nesta vida…

Só um ingênuo pra pensar desta maneira. Enfim…
Estava eu voltando da faculdade pra casa com as minhas amigas, tudo normal até então.
Até que esvaziou um lugar na frente, perto do motorista. Eu sentei no banco e dae ficamos conversando e etc. Piada vai, piada vem… eu chamo minha amiga de ‘idiota’ e começo a rir relativamente alto.
Um cara nem um pouco sóbrio chega perto de mim e diz:
– ‘Como é que é? Eu sou idiota?’
Eu respondi:
– ‘Não. Tava falando com a minha amiga aqui’… (Eu me dei ao trabalho de responder, tsc tsc).
Mal terminei a frase e ele:
– ‘Olha, eu tive o pior dia da minha vida, blá blá, blá.’
Pensei que ia levar um soco na cara injustamente, tava meio que assustado com a situação.
Até que o motorista disse que se ele continuasse me incomodando, ele ia correr com ele do ônibus pra fora. Ele ameaçou o motorista, se fazendo de valente. Teve uma ‘pequena’ briga e o homem foi empurrado pra fora do ônibus. Eu sou mesmo um sortudo — \o/ — essas coisas acontecem comigo, só comigo. Lógico, outras pessoas acharam graça nisso tudo, mas é claro: pimenta no… olho do outro não arde.

E mais, num dia desses aí um cara com aparência de trabalhador (não, não tinha cara de bêbado – pelo menos no momento estava sóbrio) me pára na rua e me pede R$ 5 pra pagar a passagem do ônibus pra ver a família dele em Itapecerica da Serra, hahahaha! É pra rir? Bem… na hora não. Eu disse que não tinha trocado. Mesmo assim ele insistiu, disse que não ia me roubar, que estava precisando mesmo e etc etc etc. Troquei o dinheiro que eu tinha, pouco, mas dei os R$ 5 ao “pobre” homem. O porteiro do meu condomínio estava por perto e me disse:

– Sei que sua intenção foi boa, mas ele vai pro bar encher a cara. Sei que ele parecia sóbrio, mas ele vai é beber.

Eu nunca fui de dar esmola pra ninguém. Ainda mais desse naipe. R$ 5? Pô, na crise que enfrentamos hoje… E quando dou ainda acontece essa palhaçada comigo. Enfim… que isso sirva de lição. E que eu aprenda a andar com moedas no bolso.

Sobre Felippe Alves

Jornalista, 20 e poucos anos, amante assíduo da arte e da música. Dono do próprio blog. Sem sucesso pra trabalhar na área. Tenho células suicidas (elas não me suportam e colocam substitutas no lugar). Não sei o que é real ou o que é fantasioso. E definitivamente não sei lidar com MUITAS coisas.

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Felippe Alves


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